jornal da andréa

Saturday, June 03, 2006

Doenças mentais


Esquizofrenia é uma doença mental que se caracteriza por uma desorganização ampla dos processos mentais. É um quadro complexo apresentando sinais e sintomas na área do pensamento, percepção e emoções, causando prejuízos ocupacionais na vida de relações interpessoais e familiares.


É uma doença do cérebro com manifestações psíquicas, que pode começar no final da adolescência ou inicio da idade adulta antes dos 40 anos. O curso desta doença é sempre crônico com marcada tendência a modificar a personalidade do indivíduo.


Iná Melo conta que tem um marido doente em casa, quando eles se casaram ele era uma pessoa normal e depois de quatro anos a doença apareceu. Ela disse que “foi um choque muito para mim, mas acabei me conformando com a situação”.O.M. é uma pessoa pacata, calma, mas as vezes não há uma seqüência lógica dos seus pensamentos. Ele disse que tem uma missão com o pai. Ele fala também em muitos astros como o sol, a lua, espaço sideral. Ele vive num mundo só dele.


O médico Leandro Bastos diz que é difícil diagnosticar um paciente com sintomas de esquizofrênico na sua fase inicial, principalmente. O médico precisa realizar uma entrevista com o paciente e sua família visando obter uma historia de sua vida e de seus sintomas o mais detalhado possível. Os principais sintomas são: delírios, alucinações e desorganização do pensamento, diminuição ou perda das funções psíquicas e incluem uma redução da afetividade, da motivação, a pobreza do discurso e o retraimento social.


O tratamento da esquizofrenia tem como objetivo o controle dos sintomas e a reintegração ao paciente.O tratamento é feito com duas abordagens: medicamentos e psicosocial. Os medicamentos são chamados de antipsicoticos são usados para alivio dos sintomas na fase aguda da doença e prevenção de novos episódios da doença. A abordagem do psicosocial é necessária para promover a reiteração do paciente a família e a sociedade.


O médico Leandro Bastos diz que a família precisa estar envolvida com o paciente. A família precisa se integrar em relação aos problemas e sintomas que os pacientes sofrem só assim poderão ajudá-los na recuperação. Leia mais

reportagem:Andréa Oliveira
foto:platea.pntic.mec.es

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